Seu material não passa por um chat. Passa por um motor
Cinco fases, dez condutas por tipo de conteúdo, quatro barreiras de código. Nada disso é uma lista de boas práticas copiada de algum lugar — é o que roda de verdade sobre o seu PDF, com a fonte que sustenta cada princípio ou marcado como o que é, engenharia própria, quando não existe estudo para citar.
- 5
- fases, em ordem fixa
- 10
- condutas por tipo de conteúdo
- 5
- tipos de card por operação mental
- 4
- barreiras sem IA nenhuma
Como ler os selos
9 com estudo citado
Achado publicado, conferido na fonte. A referência completa está no fim da página.
9 de engenharia própria
Resolve um problema real de geração por IA — alucinação, cópia, inflação de card — mas não é uma questão de memória humana estudada em laboratório.
1 reservado
A peça roda dentro do motor, mas ainda não está exposta na interface. Marcada como peça interna, não como recurso que você já usa.
Anamnese
O que tem neste material?
O motor lê o documento inteiro antes de escrever uma única palavra. Mapeia quantas seções existem, o que cada uma cobre e — o passo que quase ninguém dá — que tipo de conteúdo é cada trecho. Uma lista aberta de causas não pede o mesmo tratamento que um critério diagnóstico fechado, uma tabela comparativa ou um fluxograma de decisão. Um chat comum começa a responder na primeira mensagem. O motor só decide depois de ver o documento inteiro, uma vez.
O PDF é lido uma vez. E nunca mais.
Engenharia própria, sem estudo pra citarO documento inteiro entra numa única leitura, que devolve a transcrição fiel de cada seção — sem resumir, sem parafrasear, preservando números, faixas etárias, doses e critérios exatamente como estão. A partir daí o PDF sai de cena: todas as fases seguintes trabalham só sobre aquela transcrição. Essa é a razão pela qual o motor não consegue inventar conteúdo sobre o seu material — ele não tem mais acesso a nada além do que foi transcrito.
Dez tipos de conteúdo, dez condutas diferentes
Engenharia própria, sem estudo pra citarA transcrição não é um bloco só. Ela é dividida em dez tipos de organização de conteúdo, e cada tipo dispara uma conduta própria nas fases seguintes. É o que permite tratar 'critérios de Jones' — onde faltar um item é simplesmente errado — de um jeito totalmente diferente de 'causas de pancreatite', onde nem toda causa da lista merece um card na sua revisão diária pelos próximos anos.
Atomização
Qual é a menor coisa que você precisa lembrar aqui?
O motor separa duas coisas que todo gerador de cards mistura: decidir o que merece virar card, e escrever o card. Primeiro ele lista todo fato cardável da seção com uma nota de prioridade. Só depois escreve — um fato por vez, do mais importante para o menos.
Um fato, um card
Estudo citadoÉ proibido combinar dois fatos recuperáveis num único card. Um algoritmo de conduta com cinco decisões vira cinco cards, não um card gigante de 'descreva o manejo'. Atomicidade aqui não significa resposta de uma palavra: significa um alvo por card — um card de mecanismo pode precisar de uma frase, e continua atômico.
A triagem vem antes da escrita, não depois
Engenharia própria, sem estudo pra citarTodo fato cardável da seção é listado e classificado por prioridade — alta, média ou baixa — ANTES de qualquer card ser redigido. É essa lista, e não uma reação a cada frase isolada, que decide o que vira card. E ela é discriminativa por exigência: uma triagem em que quase tudo sai como 'alta' não triou nada, e o motor é instruído a tratar 'alta' como minoria numa seção típica.
O que não virou card fica registrado
Peça interna, ainda não expostaFato de baixa prioridade não desaparece em silêncio: ele fica gravado na triagem, marcado como descartado. Hoje esse registro é uma peça interna — é o que permite ao motor decidir se vale a pena gerar mais cards numa seção ou se o material simplesmente acabou ali. Ainda não existe tela onde você veja essa lista. Quando existir, você vai poder recuperar um fato descartado com um clique; até lá, preferimos dizer que é peça de motor, não recurso seu.
Completude é obrigatória só quando a cardinalidade é o próprio conhecimento
Estudo citadoUma lista aberta (causas, indicações) passa item a item pelo mesmo filtro de valor — nem todo item vira card, e nenhuma lista é resumida num card só. Já um conjunto fechado e nomeado (critérios de Jones, tipos de choque, Child-Pugh) tem piso obrigatório de um card por item, mais um card do conjunto inteiro, porque ali a quantidade de critérios é parte do que se cobra na prova.
Calibração
Este card está bem formulado?
Sete regras de formulação, aplicadas a cada card antes de ele ser aceito. Valem igual para quem cria um card e para quem reescreve um card já existente — porque um 'refazer' quebra atomicidade com a mesma facilidade que uma geração do zero.
Nenhum card de verdadeiro ou falso. Nunca.
Estudo citadoA frente do card tem que te obrigar a PRODUZIR a resposta de memória, nunca a julgar uma resposta já escrita na sua frente. Verdadeiro ou falso, sim ou não, múltipla escolha e frente que entrega a resposta no próprio enunciado são proibidos. Vale também para o cloze: se a frase ao redor da lacuna já dá a pista, o motor troca por pergunta direta. Reconhecer uma afirmação correta é muito mais fácil do que recuperá-la sem pista — e é por isso que o card de V ou F te dá a sensação de saber sem o saber.
Toda variável que muda a resposta entra na pergunta
Estudo citadoIdade, população, gravidade, etapa do tratamento e cenário (ambulatório, emergência, UTI) precisam estar na frente do card sempre que estejam disponíveis no material. O teste aplicado é concreto: um colega que não leu este material entenderia exatamente o que está sendo perguntado e chegaria a uma única resposta correta? Se não, falta contexto — e isso nunca é sacrificado por causa de limite de palavras.
Cada dado da vinheta precisa ter função
Estudo citadoNum card de caso clínico, o motor mantém o que discrimina o diagnóstico e corta o que sobrou do enunciado original: profissão, estado civil, sinais vitais normais, exame irrelevante. O mesmo vale para a redação — preâmbulo vazio e perífrase caem, porque a frente do card é relida em toda revisão, para sempre. Mas o limite é rígido na direção oposta: nunca se corta o qualificador clínico nem a âncora do assunto. Enxugar é tirar palavra que não carrega informação, jamais a informação que a palavra carregava.
O card precisa fazer sentido sozinho, sem a aula por perto
Estudo citadoReferências à aula ('conforme o slide', 'como vimos') e pronomes sem referente ('isso', 'esse achado') são proibidos — o sujeito implícito de cada bullet é reconstruído a partir do título da seção antes do card ser escrito. É o mesmo princípio da especificidade de codificação levado ao limite: o card vai ser revisado daqui a seis meses, sozinho, fora de qualquer contexto de aula. A pista de recuperação precisa estar inteira dentro do card, porque a aula não vai estar lá.
Teto de palavras no verso, sempre
Estudo citadoCada nível de cobertura (essencial, equilibrado, exaustivo) tem um teto máximo de palavras no verso, aplicado como restrição obrigatória: card que exceder o limite é reescrito antes de ser devolvido. A explicação do porquê fica de fora dessa conta — o teto é só sobre o fato atômico em si.
Nunca 'sempre', nunca 'nunca'
Engenharia própria, sem estudo pra citarTermos absolutos como 'sempre', 'nunca' ou 'todo paciente' são evitados em favor de linguagem calibrada ('mais comum', 'típico', 'na maioria dos casos') — porque slides costumam afirmar em absoluto o que é apenas frequente, e o card herdaria a imprecisão. Quando a população muda a resposta ('causa mais comum no mundo' vs. 'em região com iodo suficiente'), viram dois cards, não um só com a resposta errada pela metade.
Card invertido só quando a volta também tem resposta única
Engenharia própria, sem estudo pra citarSaber que 'esclerose múltipla causa neurite óptica' não autoriza o card invertido 'neurite óptica é causada por quê?' — a volta tem várias respostas corretas, e um card assim te ensina uma associação incompleta. O motor só gera a inversão quando os dois sentidos são específicos o bastante para ter uma única resposta.
Reforço
Por que a resposta é essa — e essa resposta envelhece?
Nenhum fato entra no seu deck sem passar por uma barreira contra invenção. E todo card sai com três coisas que a resposta nua não te dá: o porquê, o grau de confiança na fonte e um aviso quando a resposta depende de uma diretriz que pode ser revisada.
Fonte única: nada além da sua transcrição
Engenharia própria, sem estudo pra citarÉ proibido acrescentar fato externo ou enriquecer com conhecimento próprio do modelo, mesmo quando correto. Se o material não traz o fato, ele não vira card — ponto. Antes de devolver qualquer card, o motor confirma que a resposta aparece na transcrição, literalmente ou de forma diretamente derivável; se não aparecer, o card é descartado. É a barreira contra alucinação, e ela vem antes de qualquer critério de relevância: priorizar o que é alto rendimento significa ESCOLHER entre os fatos que estão no seu material, jamais acrescentar um que não está.
Toda resposta vem com o porquê, à parte
Estudo citadoAlém da resposta atômica, cada card carrega uma explicação curta com o mecanismo, a classificação ou a relevância clínica do fato — tirada da transcrição, nunca inventada. Essa explicação fica fora do teto de palavras do verso: o card testa o fato isolado, mas a compreensão do porquê nunca desaparece. Num card cloze, onde o verso é vazio por convenção, ela é o único lugar onde a compreensão cabe.
Cada card é rotulado por confiança de fonte
Engenharia própria, sem estudo pra citarTodo card sai marcado como 'verificado' (a afirmação está explícita na transcrição, mesmo que reformulada com outras palavras) ou 'inferido' (o motor precisou combinar mais de um trecho para chegar nela). O rótulo não decide se o card fica — ele existe para você saber onde olhar duas vezes.
O motor sabe quais dos seus cards podem envelhecer
Engenharia própria, sem estudo pra citarQuando a resposta depende de uma diretriz, protocolo ou classificação nomeada e versionada — diretriz de hipertensão, DSM, calendário vacinal, protocolo de reanimação — o card sai marcado como volátil, com o nome e o ano da fonte exatamente como aparecem no seu material. Fato estável (anatomia, fisiologia, bioquímica) não recebe a marca. É a diferença entre um deck que você confia por anos e um deck que você não sabe quando revisar.
Releitura clínica
Isso ainda faz sentido em seis meses?
A última fase não usa IA nenhuma. É código puro, passando em TODA seção do seu deck: valida cada card contra critérios objetivos, remove o que estiver quebrado e, só então, decide se ainda falta alguma coisa.
Card quebrado é removido por código, não por IA
Estudo citadoFrente vazia, cloze malformado, verso acima do teto do nível e card duplicado dentro da seção são detectados e removidos por uma verificação determinística — sem depender de o modelo 'perceber' o próprio erro. Essa limpeza roda em todas as seções, sempre, mesmo nas que ficaram exatamente no tamanho planejado. Nenhuma IA revisa a IA aqui: código revisa.
Ficar abaixo do alvo é a resposta certa, não uma falha
Engenharia própria, sem estudo pra citarQuando a seção não sustenta mais fatos únicos e verificáveis, o motor entrega menos cards do que o planejado — de propósito. O alvo mínimo é consultivo, não obrigatório: o motor só volta a gerar se a própria triagem da fase 02 tiver apontado um fato de valor real ainda descoberto. Se não sobrou nenhum, a seção ficou pequena porque o material acabou ali, e completar produziria exatamente o card de enchimento que o filtro de valor acabou de recusar. Inflar o número com paráfrase para 'bater a meta' é o erro que este princípio existe para impedir.
O motor não trata todo conteúdo do mesmo jeito
Esta é a diferença mais concreta entre pedir cards para um chat e passar o material por um motor. Cada trecho do seu PDF é classificado em um destes dez tipos, e cada tipo dispara uma conduta própria — inclusive no número de cards que aquele trecho pode gerar.
Conjunto fechado
Piso duroCritérios de Jones, tipos de choque, Child-Pugh
Completude é legítima aqui: um card por item, todos os subgrupos incluídos, mais um card testando o conjunto inteiro. Alto rendimento não é critério de corte — a cardinalidade é o próprio conhecimento cobrado.
Doses e valores
Piso duroPosologia, valores de referência
Precisão sem paráfrase, cloze direto no valor. Arredondar ou generalizar um número aqui tem custo clínico, então o motor nunca simplifica.
Lista enumerativa
Teto folgadoCausas, indicações, contraindicações
Coleção aberta. Cada item é enumerado na triagem, mas passa pelo filtro de valor um a um: vira card o item que muda conduta, é cobrado classicamente, discrimina de um diagnóstico vizinho ou causa dano se ignorado. Os outros não viram card — e a lista nunca é resumida num card só.
Definições
Teto folgadoGlossário termo → significado
Mesmo filtro de valor. Termo cujo significado é dedutível do próprio nome não vira card: glossário não é conhecimento de decisão.
Fluxograma de decisão
Conduta passo a passo, árvore diagnóstica
A lógica condicional é preservada. Um card isolado de 'qual o tratamento de X' perde a bifurcação que vinha antes — o motor estrutura cards que testam a decisão em si: se o paciente apresenta tal achado, qual a próxima conduta.
Tabela comparativa
Hashimoto × Graves, DM1 × DM2
Cards de contraste no eixo que diferencia, não célula por célula. Reproduzir a tabela inteira gera cards fracos que você acerta sem saber discriminar nada.
Caso clínico
Vinheta que testa raciocínio aplicado
Um card por caso, mais elaborado, com os dados que discriminam o diagnóstico. O motor resiste a fatiar o caso em micro-fatos, porque o valor do caso está em raciocinar sobre o conjunto.
Diagrama e imagem
Anatomia, via metabólica
Gera pares: um card de identificação estrutural e um de relação estrutura-função. Uma imagem nunca é reduzida a um único fato.
Tópico hierárquico
Outline de aula, bullets aninhados
Conduta padrão. Os cards seguem a hierarquia do geral para o específico, com peso proporcional à profundidade do tópico.
Prosa corrida
Introdução, texto sem estrutura marcada
Mesma conduta do tópico hierárquico — o motor recai no tratamento padrão em vez de forçar uma estrutura que o texto não tem.
A separação entre piso e teto existe por um motivo específico: sem ela, um slide com 14 causas de pancreatite viraria 14 cards obrigatórios — picada de escorpião incluída — que você revisaria todo dia, por anos. Completude é conhecimento num critério diagnóstico nomeado. Numa lista aberta de causas, é só volume.
Cinco tipos de card, porque decorar definição não passa em prova
Cada card sai classificado pela operação mental que ele exercita — e essa classificação é honesta, não decorativa: o motor é instruído a não forçar um tipo que o material não sustenta. Material puramente descritivo gera card de fato, e esse é o resultado certo. Um deck só de fato produz alguém que sabe definição e não resolve caso.
- 01
Fato
Recuperar um dado.
“Qual nervo é mais lesionado na fratura do colo cirúrgico do úmero?”
- 02
Mecanismo
Explicar por que ou como.
“Por que a lesão do nervo axilar prejudica a abdução do braço?”
- 03
Aplicação
Reconhecer num caso.
“Fratura do colo do úmero, perda da abdução e hipoestesia lateral no ombro. Qual nervo foi lesionado?”
- 04
Conduta
Decidir a próxima ação.
“Fibrilação atrial com instabilidade hemodinâmica. Qual a conduta imediata?”
- 05
Discriminação
Separar duas entidades parecidas.
“Qual achado urinário diferencia síndrome nefrítica de nefrótica?”
O que acontece quando você mexe num card depois
Refinamento com contrato
Encurtar, especificar, aprofundar, dividir ou gerar de novo — cada botão do editor dispara uma reescrita, e nenhuma delas é aceita só porque a IA disse que terminou. Um código separado, sem IA, confere se o resultado bate com o que a operação promete. Se não bater, o motor tenta de novo (até três vezes) com o motivo exato da rejeição.
Encurtar
A nova versão precisa ter, no máximo, 60% das palavras da original — e nenhum qualificador de contexto (idade, população, gravidade, cenário) pode desaparecer no processo. Cortar o qualificador errado invalida a tentativa antes mesmo de contar palavra.
Mais específico
Só é aceito se a nova versão ancorar um dado concreto que está na transcrição mas não estava na pergunta original — um número, uma dose, o nome de uma diretriz. Reformular sem adicionar informação nova é rejeitado.
Aprofundar
Exige pelo menos duas informações novas ancoradas na fonte (não uma só) e um teto de crescimento: o texto não pode inchar sem que o conteúdo novo justifique o tamanho. Crescer sem âncora é enchimento, não profundidade.
Dividir
Os dois cards resultantes precisam ser suficientemente diferentes entre si e do card original — nenhum dos dois pode ser, na prática, uma cópia disfarçada do que já existia.
Gerar de novo
A reformulação precisa se afastar o bastante do card original — uma reescrita superficial que muda a forma da frase sem mudar a substância é recusada.
Engenharia própria, sem estudo pra citar
Quantos cards você recebe não é chute
O número planejado por seção sai de uma conta, não de um palpite: a densidade real do documento — quanta informação existe por linha transcrita, o que separa um slide de um texto corrido —, o nível de cobertura que você escolheu e o peso daquela seção sobre o material inteiro. Depois disso, os tipos de bloco corrigem o resultado: conjunto fechado eleva o piso E o teto, lista aberta eleva só o teto. E no fim, você ainda ajusta seção por seção com um clique antes de gerar.
Engenharia própria, sem estudo pra citar
Aprende seu estilo, nunca seu conteúdo
Depois de volume suficiente de edições suas (no mínimo cinco ocorrências consistentes), o motor nota padrões — você prefere verso mais curto, cloze em vez de pergunta aberta, nunca sim/não — e passa a aplicar isso desde a primeira geração. A barreira é rígida: esses sinais mudam só o ESTILO do card. Nunca afetam o que conta como fato, fonte ou prioridade. E você pode desligar cada um deles.
Engenharia própria, sem estudo pra citar
Quatro coisas que o motor recusa fazer
Um chat aceita qualquer pedido. Um motor tem restrições, e são elas que definem o resultado — cada uma destas é uma recusa deliberada, escrita no código.
Completar seu material
Se o fato não está na sua transcrição, ele não vira card — mesmo que o modelo saiba a resposta e ela esteja certa. Você recebe cards do seu material, não da internet.
Bater meta com paráfrase
Quando o conteúdo da seção acaba, o motor entrega menos cards do que o planejado. Inflar o número reescrevendo o mesmo fato de outro jeito é o que ele foi construído para não fazer.
Perguntar sim ou não
Verdadeiro ou falso, múltipla escolha e frente que já entrega a resposta são proibidos. Card que você acerta por reconhecer não mede o que você sabe.
Confiar na própria revisão
A limpeza final não é a IA relendo o que escreveu. É código determinístico, rodando em todas as seções, que remove card quebrado e duplicado sem pedir opinião ao modelo.
As referências citadas
São os trabalhos que sustentam os 9 princípios marcados como "estudo citado" acima. Conferimos cada um na fonte antes de citar.
Sweller, J., & Chandler, P. (1994). Why some material is difficult to learn. Cognition and Instruction, 12(3), 185–233.
Atomicidade — um fato por card
Murdock, B. B. (1962). The serial position effect of free recall. Journal of Experimental Psychology, 64(5), 482–488.
Completude condicional por tipo de bloco
Roediger, H. L., & Karpicke, J. D. (2006). Test-enhanced learning: Taking memory tests improves long-term retention. Psychological Science, 17(3), 249–255.
Recuperação em vez de reconhecimento
Tulving, E., & Thomson, D. M. (1973). Encoding specificity and retrieval processes in episodic memory. Psychological Review, 80(5), 352–373.
Contexto na frente e independência do material
Harp, S. F., & Mayer, R. E. (1998). How seductive details do their damage: A theory of cognitive interest in science learning. Journal of Educational Psychology, 90(3), 414–434.
Vinheta enxuta e teto de palavras no verso
Craik, F. I. M., & Tulving, E. (1975). Depth of processing and the retention of words in episodic memory. Journal of Experimental Psychology: General, 104(3), 268–294.
Explicação separada da resposta
Underwood, B. J. (1957). Interference and forgetting. Psychological Review, 64(1), 49–60.
Validação programática contra cards duplicados
Você não precisa confiar na nossa palavra. Suba o seu material mais difícil e veja o motor rodando nele.